Luzes futurísticas do estádio do Super Bowl iluminam o caminho para Sydney

Tom Brady é a maior estrela do esporte americano, sua aura tem como rival apenas a iluminação brilhante do estágio onde o Super Bowl acontecerá.

O time de Brady, os Tampa Bay Buccaneers, vão ser os anfitriões do Super Bowl LV no Estádio Raymond James, que tem um sistema de iluminação revolucionário, que pode transformar a noite em dia.

Shining star: Tom Brady.


Tom Brady


Não só o Estádio Raymond James é o primeiro estádio a receber o time de casa há 55 anos, também é a primeira arena a contar com luzes de LED que podem ser usadas para criar um completo entreterimento em cores.

Aliado a Brady, com 43 anos, jogando o seu histórico décimo Super Bowl, história será feita na Segunda.


É tentador dizer que Brady tem todas as vantagens, dada a sua familiaridade com o estádio e suas luzes únicas. Porém, os oponentes dos Buc, os Kansas City Chiefs estão reinando como campiões do Super Bowl e os derrotaram no estádio Raymond James ainda nessa temporada.

Ainda assim, Brady passou a maior parte da temporada jogando sob essas luzes inovadoras desde sua tranferência dos Patriots, onde ele ganhou seis Super Bowls.

Vista aérea do Estádio Raymond James antes do Super Bowl LV em 31 de Janeiro, 2021 em Tampa, Florida.


Os Bucs dividem o Estádio Raymond James com o time de futebol americano da Universidade do Sul da Florida, cujo o treinador é Trent Schneider, um garoto de Sydney que cresceu amando a liga de rugby.

Schneider jogou futebol de salão, onde era goleiro, impressionando com seus chutes de longa distância. Ele postou um vídeo dele mesmo chutando uma bola da NFL e bolas de rugby e foi contratado pela Prokick Australia, que refinou suas habilidades de chutar bolas de futebol americano antes de ser ofertado a ele uma bolsa de estudos da USF.

A experiência de Schneider com as luzes revolucionárias tem implicações para Sydney, onde está sendo contruido um novo estádio em Moore Park e considera-se a construção de outros quatro menores. Os arquitetos talvez devam se antenar com o Super Bowl.

Schneider diz, “Uma coisa que realmente se destacou para mim foi como parece não haver pontos cegos, onde você normalmente perde a visão da bola. Também não tem aquele reflexo inicial ao olhar diretamente para os raios de luz".



“É quase como se não houvesse diferença se o jogo fosse durante um dia ensolarado em Tampa. Meu esporte favorito de assistir sempre foi rugby." “Eu lembro de assistir jogos à noite com Joey Johns, (Darren) Lockyer e Benji (Marshall). Quando eles realmente chutavam, você perdia a visão da bola e era muito difícil de encontrá-la.” Schneider também elogiou a tecnologia das luzes que banham a arena com cores diferentes apenas apertando um botão, o que significa que o estádio vira parte integrada do enterterimento.

“A parte mais impressionante foi quando fui correndo para o estádio que estava completamente iluminado de verde," ele disse. "Isso criou um rush de adrenalina enorme, e, uma vez que a entrada do time se completou, em um segundo o campo já estava iluminado normalmente e pronto para o kick-off inicial.

“Em uma temporada com o número de espectadores limitado, isso foi pra mim algo especial e único.”

O representante australinano do Sportsbeams, a compania que instalou as luzes da Tampa é Spencer Kassimir, um nova iorquino que foi tomado pelo rugby.

Sua paixão é tanta que ele é juiz deepartidas suburbanas em Melbourne e ganhou uma bolsa de estudos Tom Brock, prémio nomeado em homenagem ao stalwart do South Sydney e dedicado à história do rugby.

Ele diz, “Nossas luzes são planejadas para tecnologia que chegará em 20 anos. Pensa nas TVs de 20 anos atrás. Caixas velhas e grandes com baixa resolução. Nós queremos garantir que nossas luzes estejam prontas para os próximos 20 anos ou mais de inovações que ninguém nem sonha hoje."

Kevin Baxter, um co-fundador da Sportsbeams, ganhou três Emmys por iluminação.

Ele diz, “Essa jornada começou quase duas décadas atrás, quando compramos luzes de LED brancas para a industria de trasmissões televisivas e do cinema em 2002. Eventualmente essas luzes foram universalmente adotadas pelos transmissores de esporte pelos comentaristas e pelas entrevistas em campo. Então, essas trasmissoras de esportes insistiram para que eu fizesse um poste de estádio com LEDs da mesma qualidade que as luzes das nossa transmissora tinham."

“Em 2014, durante o blackout no halftime do Super Bowl em Nova Orleans, o Estádio Raymond James nos ligou, antes das luzes voltarem, e perguntaram, 'Suas luzes ligam imediatamente quando a energia é restaurada?' E claro que nossa resposta foi 'sim'. Dentro de poucos meses nós substituímos todas as luzes antigas do Estádio Raymond James, e mais algumas todo ano desde então.” Sendo super-competitivo, Brady, que foi suspenso por quatro partidas 6 anos atrás por esvaziar bolas usadas no jogo do campionato AFC, adoraria colocar suas mãos no controle das luzes de Tampa Bay e cegar os Chiefs quando eles estiverem com a bola. Fonte: Roy Masters para The Sydney Morning Herald

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