Profissão Farmacêutico: 5 dicas para fazer um bom plano de carreira

O setor de farmácia está sempre em alta, mas a competição é grande. Muito dinâmica, a área também registra constantes mudanças em procedimentos, regras e tecnologias. Por isso, traçar um bom plano de carreira é essencial para ter sucesso na profissão de farmacêutico.


farmacêutica mexendo em remédios

A produção e a venda de medicamentos são essenciais para a saúde das pessoas, principalmente para reverter doenças. Por isso, mesmo quando a economia apresenta um cenário mais difícil, o mercado farmacêutico costuma se manter aquecido.

A profissão de farmacêutico também é atraente por oferecer um campo vasto de atuação. Para vencer a forte concorrência, você precisa desenvolver um bom plano de carreira.


Um plano de carreira é uma trajetória profissional desejada, baseada em um cuidadoso planejamento, que ajudará a atingir as metas desejadas mais rapidamente. É necessário conhecer os seus objetivos pessoais, analisar as opções e manter-se constantemente atualizado sobre o mercado e o campo específico da farmácia em que você deseja trabalhar.

O profissional farmacêutico de sucesso deve estudar sempre e não pode ter medo de deixar a sua zona de conforto. Confira:

1. Defina objetivos

O primeiro passo para desenvolver um bom plano de carreira na profissão de farmacêutico é definir os objetivos pessoais. Onde você quer estar em 5, 10 e até 20 anos? Isso é muito importante para trilhar a caminhada profissional visando atingir metas determinadas. A cada período vivido, pare e observe onde se encontra, e reflita sobre os resultados obtidos para reavaliar seu plano.


2. Desenvolva estratégias

gráfico de estratégia

Para que os objetivos definidos no passo anterior sejam alcançados, é necessário desenvolver estratégias. Como você vai atingir esses objetivos? Analise criteriosamente e considere todos os aspectos da sua vida, inclusive a pessoal. Se quer ter filhos, por exemplo, deve considerar o período mais adequado. Se pretende uma promoção para uma área específica, cursar uma pós-graduação pode ser uma estratégia a ser considerada. As estratégias precisam ser práticas e ter um tempo máximo para serem cumpridas.

3. Trace metas e prazos

Este ponto está diretamente ligado aos dois anteriores. A definição de metas e prazos, bem como a constante avaliação dos resultados para adequar suas estratégias são fundamentais para o sucesso do seu plano de carreira. As metas e prazos devem ser claras, numéricas e quantificáveis. Se você busca um salário de valor específico, por exemplo, deve estipular atingir esta remuneração em determinado número de anos. Assim, caso não ocorra, você pode fazer uma análise crítica para ver o que deu errado e o que pode ser ajustado para atingir a meta.

4. Conheça o mercado em que deseja atuar e analise as opções de carreira

A profissão de farmacêutico, como já dito, tem campo muito vasto. O profissional pode escolher entre mais de 70 atividades diferentes, entre distribuição de medicamentos, indústria de remédios, produtos cosméticos, controle de qualidade ou vigilância, atuação clínica em centros de saúde e hospitais públicos ou privados, perícia criminal, magistério e pesquisa. É importante identificar as áreas que deseja seguir e ter conhecimento do mercado para preparar o seu percurso, sejam estudos preparatórios ou mesmo as vagas de trabalho.

5. Registre-se no CRF e não pare de estudar

pessoa estudando com café

O profissional de farmácia não pode esquecer de fazer seu registro no Conselho Regional de Farmácia, o CRF. O registro é obrigatório para exercer a profissão. Mas os estudos não acabam com a faculdade. O farmacêutico deve continuar sempre estudando. Este é um ponto crucial para um profissional bem-sucedido e deve ser considerado no plano de carreira. A evolução da tecnologia no setor farmacêutico é constante, e quem não se aperfeiçoa é facilmente ultrapassado no competitivo mercado de trabalho. Tenha sempre tempo reservado para ler novos estudos, participar de congressos e fazer cursos de pós-graduação e especialização.




Fonte: Universidade Católica de Brasília

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